A taxa de desemprego de 10,2% em Portugal, divulgada pela Eurostat, a quarta maior da zona euro e a sétima da União Europeia, é a marca do capitalismo predador, de uma elite empresarial gananciosa, de políticos incompetentes, de uma burguesia imoral. Aceitar que não há alternativas, desistir de lutar por transformações sociais e radicais nas sociedades, pela justiça social, por direitos de cidadania, é ser cúmplices com esta gente indigna. Lutar, lutar sempre, por uma vida decente e digna, para derrotar estas políticas que se nos apresentam como inevitáveis. Como se fosse inevitável e normal, haver fome, guerras, desrespeito pelos direitos humanos.
Sem emprego não há economia!