Mostrar mensagens com a etiqueta bloco central. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bloco central. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Traficâncias


José Lello e António Braga, dirigente do PS e Secretário de Estado das Comunidades, são acusados de terem oferecido lugares na administração das empresas Vivo e das Águas de Portugal, a operarem no Brasil, ao empresário Licínio Santos, empresário brasileiro envolvido num processo de corrupção conhecido pela Máfia dos Bingos, em troca de financiamento ao Partido Socialista. A denúncia parte de um outro membro do PS, candidato às legislativas de 2005 pelo circulo fora da Europa, Aníbal Araújo.

PS e PSD estão demasiado envolvidos em negócios sujos sendo que num e noutro caso com uma aparente conivência das direcções partidárias. Sinto-me enojado. Não por isto acontecer. Começamos a estar habituados. Mas pela condescendência deste povo com estas indecências. Uma vergonha. Acordem, porra!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Tudo é preferível a Sócrates – e a Manuela Ferreira Leite também.


O Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP), lançou uma campanha de denúncia pública dos deputados do PS, professores, que se recandidatam, lembrando que na legislatura anterior votaram sempre ao lado do Governo, contra os professores.

Solidário com o movimento dos professores exibo a imagem acima, retirada do blogue do MUP, de ex-deputados e professores, novamente candidatos a deputados pelo PS no circulo de Viana do Castelo, apelando ao não voto no PS a que junto o PSD, ambos responsáveis pelo actual estado de coisas, no ensino e no país.

PS e PSD não!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Tudo é preferível a Ferreira Leite – e a Sócrates também.

sábado, 25 de julho de 2009

Sócrates um traficante político. Joana Amaral Dias um bom exemplo.

Ponto de partida: o Bloco de Esquerda é o meu partido. Melhor dito: o Bloco é o partido que apoio, com que colaboro, em quem votei em todas as eleições, de quem fui deputado municipal e dirigente. Clarificando: quando disse melhor dito quero significar que os partidos são para mim, apenas, instrumentos da luta política. Não sou de ninguém nem nada é meu. Empresto-me e espero empréstimos. Desculpem-me a filosofia barata. Esta inserção serve para dizer que penso ter o distanciamento suficiente para observar os factos políticos, as questões partidárias, as ideologias, as coisas da vida, sem amarras e por isso livres, apenas comprometido com a minha consciência, uma consciência que não pesa, nos valores, nas amizades, nas considerações pessoais, na solidariedade.

Depois de muitos anos de intervenção política e partidária e de um tempo igual de afastamento (neste lapso mais ligado à actividade associativa, ao sindicalismo, à carreira profissional), acreditei num novo projecto político há dez anos atrás: um projecto de reunificação das esquerdas, à esquerda do PS, de um PS rendido às políticas neo-liberais e esquecido das pessoas, da justiça social, da dignidade do ser humano mais frágil, mais exposto, mais pobre. Um projecto a ser construído no dia a dia, lado a lado com as lutas, todas as lutas, desta gente esquecida, ignorada, abandonada, desprezada. Um projecto sem preconceitos ideológicos, sem certezas, sem ideias feitas, onde a política e a ideologia se moldaria nas lutas populares, se inspiraria na irreverência dos jovens, na sabedoria dos mais idosos, na inteligência dos trabalhadores, neste novo tempo das liberdades, da modernidade e das tecnologias. Contra o centrão dos interesses. Por uma esquerda moderna. Uma esquerda de confiança. Por uma sociedade social e economicamente mais justa, sobretudo respeitadora da dignidade das pessoas

Ponto intermédio: hoje politica e ideologicamente não sei o que sou depois de ter sido no passado, comunista, marxista, leninista, maoista. Agora sou pouco dado a ismos e istas. Sem complexos e sem fantasmas. Mas se quisesse colar um rótulo diria que sou uma espécie de anarca-comunista ou socialista libertário. O que sei que sou, decididamente, é uma pessoa de esquerda, uma pessoa de causas e valores, alguém que se preocupa e luta contra as desigualdades, a injustiça, a indignidade.

Ponto final: nestas eleições vou continuar a votar no Bloco de Esquerda. Não confio nos partidos e nos políticos do “Centro Político”. Não acredito em regenerações do PS à esquerda. Os partidos do impropriamente chamado “arco da governabilidade” são os partidos dos interesses, do oportunismo, do clientelismo, dos favores aos ricos e poderosos. Nunca o interesse público, os trabalhadores, os mais pobres, os desfavorecidos, os mais frágeis, serão a sua angústia, a razão primeira das suas preocupações e prioridades. Resta-me o PCP ou o Bloco. Não será o PCP porque discordo da sua visão do mundo, da sua posição sobre a Europa, do seu patriotismo tonto, de um conservadorismo político e ideológico, da sua postura vanguardista, sectarismo e finalmente do seu modelo de sociedade ou dos países que lhe servem de referência. O meu voto é no Bloco de Esquerda pelo projecto, pelas propostas, pelo programa, pela forma e conteúdo do combate político, pela capacidade e competência dos seus principais dirigentes.

Post scriptum: o PS de Sócrates tentou "pescar" Joana Amaral Dias para as suas listas de deputados. Ofereceu-lhe também um lugar de chefia num Instituto Público. Joana Amaral Dias recusou ambos os lugares resistindo às mordomias. Mostrou ser digna e de confiança. Os bloquistas que tanto nela bateram quando esta se mostrou desgostosa por ter sido afastada da Mesa Nacional bem podem agora morder a língua. Esteve bem agora Francisco Louçã ao lançar-lhe um elogio público. Ser do Bloco não é ser "bloquista". Ser do Bloco é ser fiel às suas convicções e ao seu projecto inicial. Já o referi aqui: alguns militantes do Bloco estão a perder humildade, a ganhar sectarismo (por via do seu crescimento) e a sofrer de uma doença muito típica dos grupos de antigamente: a partidarite. Sobre esta investida de Sócrates o pior da política e da pessoa: a falta de vergonha, a traficância política, enfim o PS e Sócrates no seu melhor.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Sócrates e Durão, a mesma família política: a família do Bloco Central de interesses!


O apoio de Sócrates a Durão Barroso, a um novo mandato, tendo como motivo, pretensas vantagens para o nosso país, por ser um português a presidir à Comissão Europeia, revela um pensamento que mostra o carácter de uma pessoa.

Oferecer um apoio visando obter dividendos futuros, em benefício próprio ou de outros, por muito justos que se afigurem, denunciam uma personalidade perversa, uma tendência a encarar a cunha, a troca de favores, o clientelismo, o “amiguismo”, enfim aquilo que poderíamos designar, como a cultura de pequena corrupção, pelo menos. A um responsável deve pedir-se, isenção, rigor, transparência, equidade e integridade moral. Esperar proveitos por ser dos “nossos” é contrário à ideia de justiça, de um tratamento sem favores e de respeito pelos direitos dos outros, no mesmo plano da igualdade de direitos e oportunidades.

Por outro lado, para quem se afirma Europeu e contra os proteccionismos nacionais, esta posição é uma verborreia nacionalista de puro oportunismo eleitoralista. Não! O apoio de Sócrates a Durão Barroso não tem nada a ver com os interesses de Portugal! O apoio de Sócrates insere-se no apoio oportunista a um igual a ele. A um da sua família política. A família do Bloco central de interesses. Que nojo!
 

Copyright 2009 All Rights Reserved Revolution Two Lifestyle theme | adquirido e adaptado por in coerências